terça-feira, 4 de maio de 2010

Caminhando pela Serra dos Candeeiros

Sábado, dia do Trabalhador, rumámos a Alvados, na Serra dos Candeeiros, para mais uma caminhada por montes e vales verdes e floridos!!

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Como havia um casal de caminheiros que ainda andava às voltas de carro na serra, ficámos uns quantos para trás à espera deles. Mas assim que eles chegaram, tockandar que o resto do grupo já vai com meia-hora de avanço e a gente tem que os apanhar!!

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Lá demos corda às botas, fazendo-nos ao trilho verde e cheio de vegetação, mesmo como a gente gosta!!

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Com a Primavera no seu auge, passámos os campos floridos

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Ainda que fôssemos com alguma pressa, havia sempre tempo para cheirar as flores… Madressilvas, flor do “alho-porro”, rosa albardeira e sei lá quantas mais!!

Flores compostas de mil-flores!!!

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Era a Primavera em Flor!!

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E por este jardim natural fomos avançando…

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E começámos a subir…

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Observando o vale lá em baixo, de onde partíramos momentos antes…

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E pé ante pé, com algumas paragens obrigatórias pelo caminho (para repor o açúcar com umas Broas de Mel da Ericeira) lá avistámos o grupo principal que, ao longe, nos chamavam!!

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E foi a festa da reconciliação, em tempo de pausa para a “bucha”!! Partilhámos bolinhos e camaradagem e continuámos, juntos, por esses montes a fora…

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Por estas encostas verdes, com um céu violeta… Quase parecia a Irlanda, não fosse o forte aroma a tomilho e alecrim…

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E imensidão de flores…

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Um outro tipo de flores…

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Que na ilha Esmeralda não costuma haver…

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E pareceria mesmo, tal era o verde…

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E tanto subimos até que, lá do alto, avistámos a Fórnea - um estranho e raro fenómeno geológico que dá a ilusão de ser um anfiteatro natural, criado pelas erosões provocadas pelas chuvas e pelas águas nascentes. Impressionante, não acham?

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Com vontade de ver mais de perto este magnífico cenário, lá tivemos de começar a descer…

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Com segurança e boa disposição!!

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Lá nos embrenhámos pela vegetação a dentro…

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Com a Fórnea em vista.

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Passamos pelos campos floridos

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Até começarmos a subir para a Cova da Velha

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Sim, Cova da Velha!!

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É uma cavidade com uma nascente que alimenta o Ribeiro da Fórnea.

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E lá começámos nós a subir!!!

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Com pequenas paragens para contemplar a magnitude do local!!

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Fantástico, não é?

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Tockasubir!!!

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Aproveitámos para merendar, enquanto apreciávamos a vista deste anfiteatro natural…

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E depois… Tockandar!!

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Apanhando mais uma ou outra flor pelo caminho!!

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Até que desviamos um pouco do trilho original!!

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Vamos descobrir fósseis, graças a um companheiro que é da zona e conhece estes pequenos segredos da serra!!

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Mas lá deixamos os fósseis para trás e começamos a descer…

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Apanhando mais uma ou outra florzinha…

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Com a caminhada quase no final, passamos por um arbusto de madressilva e absorvemos o seu agradável aroma…

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Havendo mesmo quem se armasse em abelhinha, provando o néctar docinho destas florzinhas!!

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E mais uns passinhos e lá chegámos ao final!!

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Mais um sábado bem passado, mais uma caminhada agradável, mais um dia sorridente!!

Tockandar!!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Era uma vez… na Gardunha (parte 2)

Dia 2

Saímos de Souto da Casa, em dia de Liberdade, armadas de cravos, em busca do som que ribombava e fazia eco pelas ruas que subíamos…

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Seriam trovões? Não… Eram os Bombos de Souto da Casa que, acompanhados por uma flauta, ali estavam a animar a malta!

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Entoámos nós também o nosso aplauso a estes companheiros do Bombo e voltámos ao nosso trilho, por entre as flores…

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E o ribeiro que passa junto à Azenha da Figueira, em tempos usada para moer grão…

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Deixamos para trás as verdes colinas…

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E passamos por túneis de vegetação

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Caminhamos… serenos…

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Neste lindo dia de Primavera, onde ao longe a Estrela nos brinda com o seu sorriso cor de neve…

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E nós seguindo o seu exemplo, vamos sorrindo às flores…

Florzinhas roxas e outras azuis, que crescem junto ao trilho que vamos percorrendo…

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Passamos por uma árvore sonolenta, que ainda não despertou do seu sonho de Inverno…

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E seguimos o trilho que contorna o monte amarelo de giestas vestido

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Subimos soltos, livres…

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Perdendo-nos e encontrando-nos na imensidão da paisagem…

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Recordando o passado que não se mostrou gentil com estas árvores…

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E depois mergulhamos no reflexo destas águas…

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Sim, que a água esteve sempre por perto, brotando do chão, ou correndo ao nosso lado…

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E depois de um valente esforço, para a rocha se manter no seu sítio, começamos a descer…

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Até chegarmos novamente às cerejeiras em flor…

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E se em flor ninguém lhes resiste…

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Que seria, se já estivessem em fruto?!

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E entramos agora num trilho diferente…

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Aqui, a Primavera é Princesa…

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E brinca nos campos com o seu manto florido…

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Saltamos o ribeiro…

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Que corre com as suas águas límpidas e cristalinas…

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E do outro lado, as flores parecem ainda mais viçosas…

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Acenando à nossa passagem…

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E nós devolvemos-lhe o cumprimento…

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Cruzamos novamente o ribeiro e chegamos ao final, à civilização… A Souto da Casa.

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Foi um fim-de-semana excelente.

A Serra da Gardunha revelou-se um lugar mágico, pleno de encanto e de encantos… Vivendo “à sombra” da Estrela, a Gardunha vestiu-se com um manto de muitas cores para nos receber.

E nós, deixamo-la com vontade de retornar… mais que não seja quando as cerejeiras deixarem de estar em flor… prontos a ceder ao “encanto” da gula!!